"Alguém me disse: quando somos sinceros demais com os nossos sentimentos, ficamos tão transparente, que o outro não nos enxerga."
sexta-feira, 27 de julho de 2012
segunda-feira, 16 de julho de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
segunda-feira, 28 de maio de 2012
quinta-feira, 24 de maio de 2012
sexta-feira, 18 de maio de 2012
quarta-feira, 16 de maio de 2012
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Ótimo para segundas-feiras
Ninguém morre de saudade,
nem de amor,
nem de tédio.
Agora cala a boca e vai trabalhar,
porque de fome sim, você morre!
sexta-feira, 11 de maio de 2012
3 anos: “Mãe, eu te amo”.
10 anos: “Mãe, você não entende nada”.
16 anos: “Oh meu Deus, voce tá me irritando mãe”.
18 anos: “Quero sair dessa casa”.
25 anos: “A Senhora tinha razão, mãe.
30 anos: “Quero voltar para a casa da minha mãe”.
50 anos: “Eu não quero perder minha mãe”.
70 anos: “Eu dava tudo para que a minha mãe estivesse aqui”
Mãe: Amo você, sua linda!
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Loucos e Santos
Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
terça-feira, 8 de maio de 2012
'Normais levantam, reclamam, vestem, irritam-se, xingam e cumprimentam sempre da mesma forma.
Dão as mesmas respostas para os mesmos problemas.
Tem o mesmo humor no serviço e em casa.
Petrificam sorrisos no rosto, dão presentes sempre nas mesmas datas.
Enfim, tem uma vida estafante e previsível. Fonte para vazios e enfados.
Normais não surpreendem, não encantam.
Deus, livra-me dos normais. [!!!!]'
Augusto Cury
segunda-feira, 7 de maio de 2012
A primeira lição está dada: o Amor é Onipresente.
Agora a segunda é que ele é Imprevisível.
Jamais espere ouvir "eu te amo" num jantar à luz de velas, no dia dos namorados.
O AMOR ODEIA CLICHÊS.
Você vai ouvir "eu te amo" numa terça-feira, às quatro da tarde...
Idealizar é sofrer.
Amar é Surpreender.
Agora a segunda é que ele é Imprevisível.
Jamais espere ouvir "eu te amo" num jantar à luz de velas, no dia dos namorados.
O AMOR ODEIA CLICHÊS.
Você vai ouvir "eu te amo" numa terça-feira, às quatro da tarde...
Idealizar é sofrer.
Amar é Surpreender.
(Martha Medeiros)
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Quem gosta de diminutivos, definha.
Ser boazinha não tem nada a ver com ser generosa.
Ser boa é bom, ser boazinha é péssimo.
As boazinhas não têm defeitos. Não têm atitude.
Conformam-se com a coadjuvância. PH neutro.
Ser chamada de boazinha, mesmo com a melhor das intenções, é o pior dos desaforos.
Mulheres bacanas, complicadas, batalhadoras, persistentes, ciumentas, apressadas, é isso que somos hoje.
Merecemos adjetivos velozes, produtivos, enigmáticos.
As “inhas” não moram mais aqui.
Foram para o espaço, sozinhas.
(Martha Medeiros)
quarta-feira, 2 de maio de 2012
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